segunda-feira, 31 de março de 2008

Day of the Earth


Há bilhões de anos atrás na escuridão nevoenta do nada foi surgindo gradativamente a imagem da divindade Gaia(Terra), que coberta por alvos mantos dançou e rodopiou, se solidificando e se transformando em montanhas e vales, seu suor tranformou-se em mares e rios , e seus braços o firmamento a sua volta.A união da Terra e do firmamento gerou condições para o surgimento da vida vegetal e animal, aparecendo também os gigantes Titãs com forma humana que deram origem aos deuses e deusas e posteriormente os seres humanos mortais. Ante a curiosidade da humanidade sobre sua origem, permitiu Gaia (Terra) que sua sabedoria e conhecimento vazassem de suas grutas e fendas como Delfos, onde as sacerdotisas traduziam as informações às pessoas. Esta é a lenda dos antigos gregos sobre a criação da Terra, chamada de Gaia.
por Elisabet Sahtouris
Um dos papéis do professor é dispertar o senso crítico e a consciência de seus alunos. Manifestar este papél na sala de aula de maneira criativa e envolvenete é um dos grandes desafios no qual é preciso vencer...
" A partir dessa pequena mitologia sobre o espírito da terra, que hoje se encontra abatido pois o homem se afastou de sua essência do ensinamento esqueceu-se que a Terra é um ente vivo pulsando no firmamento... hoje chora pela ação de seus filhos, a nós na figura de professores e cidadão devemos sensibilizar e despertar a importância do homem com o planeta Terra."
Que façamos dando o melhor de nós, para que eles possão se descobrir como o melhor do que se pode ser!
"A verdadeira educação consiste em pôr a descoberto ou fazer atualizar o melhor de uma pessoa. Que livro melhor que o livro da humanidade?" (Mahatma Gandhi)

O professor como um GUERREIRO...




Jamais deve desistir de seus objetivos, sempre superando os obstáculos que por ventura possam aparecer em seu caminho, sejam eles em sua caminhada tanto como professor como ser humano. Deve saber que o que se econtra pelo caminho pode ser diferenciado entre favorável ou não para ser adicionado em sua bagagem. Entender que o aluno pode ser uma aliado nesta batalha é saber trazê-lo para lutar lado a lado com o professor para vencer cada vez mais as dificuldades. Sendo assim, insisto que entre professor e aluno de haver confiança, cumplicidade e, principalmente, perseverança.
Na foto estou, futura professora(no meio) com minha prima, futura arquiteta(à esquerda) e minha irmã, estilista recem formada (à direita).

domingo, 30 de março de 2008

um pouco de mim...


Onde há um pouco de mim e muito de nós...
é na varanda onde encontro com meus heróis, pai, mãe vô... família
Há mestres em minha vida, mas estes são heróis são indescritiveis...
a grande mangueira é nossa confidente... de todos os fim de semana...

Primeira lição para os educadores... de: Rubens Alves

Tenho uma grande ressonância espiritual com Herman Hesse. Comove-me, de maneira especial, a figura de Joseph Knecht, que é o personagem central do seu livro "O jogo das contas de vidro". Joseph Knecht era o líder espiritual, o "magister ludi" de uma ordem monástica que se dedicava ao cultivo da beleza. Ele, mestre supremo, era um músico, intérprete de Bach. Havia atingido o ponto máximo que um homem pode atingir. Não havia altura maior que ele pudesse galgar. No entanto, com a velhice, aconteceu uma mudança no seu coração - igual à mudança que acontecera no coração de Zaratustra, depois de dez anos de solidão no alto de uma montanha. Começou a sentir uma dolorosa nostalgia por uma coisa muito simples, muito humilde. Começou a desejar que os últimos anos de sua vida fossem gastos não nas alturas onde ele se encontrava, mas nas planícies onde os homens comuns viviam. Veio-lhe o desejo de descer (tal como aconteceu com Zaratustra, depois de dez anos nas alturas das montanhas...) para educar uma criança, uma única criança, que ainda não tivesse sido deformada pela escola.
Hesse era apaixonado pela educação. Declarou que, de todos os assuntos culturais, era o único que lhe interessava. Mas o curioso é que, ao mesmo tempo, ele sentia um horror pelas escolas - lugar onde as crianças eram deformadas. Nós dois poderíamos ter sido amigos. Sentimos igual. A educação é a paixão que queima dentro de mim. E, no entanto, olho para as escolas com desconfiança...
Estremeço quando me dizem que há entrevistadores de televisão e de jornais à minha espera. Sei, de antemão, a primeira pergunta que vão me fazer. "O que é que o senhor acha da educação no Brasil?" A pergunta é banal porque eles já esperam uma resposta estereotipada. Querem que eu denuncie a falta de verbas, a condição de indigência dos professores, o mau aproveitamento dos alunos, etc. Mas isso, todo mundo já sabe. É um equívoco pensar que com mais verbas a educação ficará melhor, que os alunos aprenderão mais, que os professores ficarão mais felizes. Como é um equívoco pensar que, com panelas novas e caras, o mau cozinheiro fará comida boa. Educação não se faz com dinheiro. Se faz com inteligência. E aí, frustrando as expectativas dos entrevistadores, eu falo sobre coisas lindas que estão acontecendo por esse Brasil afora, no campo da educação. Porque o fato é que, a despeito de todas as coisas ruins e andando na direção contrária, há professores que amam os seus alunos e sentem prazer em ensinar.
Não há nada que tenha ocupado tanto o meu pensamento quanto a educação. Não acredito que exista coisa mais importante para a vida dos indivíduos e do país que a educação. A democracia só é possível se o povo for educado. Mas ser educado não significa ter diploma superior. Significa ter a capacidade de pensar. Diplomas somente atestam que aqueles que os têm são portadores de um certo tipo de conhecimento. Mas ser portador de um certo tipo de conhecimento não é saber pensar. É ter arquivos cheios de informações. Nossas universidades são avaliadas pelo número de artigos científicos que seus cientistas publicam em revistas internacionais em línguas estrangeiras. Gostaria que houvesse critérios que avaliassem nossas universidades por sua capacidade de fazer o povo pensar. Para a vida do país, um povo que pensa é infinitamente mais importante que artigos publicados para o restrito clube internacional de cientistas.
É muito fácil continuar a repetir as rotinas, fazer as coisas como têm sido feitas, como todo mundo faz. As rotinas e repetições têm um curioso efeito sobre o pensamento: elas o paralisam. A nossa estupidez e preguiça nos levam a acreditar que aquilo que sempre foi feito de um certo jeito deve ser o jeito certo de fazer. Mas os gregos sabiam diferente: sabiam que o conhecimento só se inicia quando o familiar deixa de ser familiar; quando nos espantamos diante dele; quando ele se transforma num enigma. "O que é conhecido com familiaridade", diz Hegel, "não é conhecido pelo simples fato de ser familiar".
Dediquei grande parte da minha vida ao ensino universitário e tive muitas experiências boas. Mas a sensação que tenho é que, nas universidades, já é tarde demais. Os costumes e as rotinas já estão por demais sacralizados. Aqui o processo de deformação a que se referiu Hesse já atingiu um ponto irreversível. Sinto o mesmo que sentiu Joseph Knecht, no final de sua vida. Quero voltar às origens. Quero me encontrar com o pensamento no momento mesmo em que ele nasce.
Gostaria que vocês lessem de novo aquilo que escrevi no meu último artigo "Animais de corpo mole". Comecei, como Piaget, dos moluscos, animais de corpo mole que têm de fazer conchas para sobreviver. Usei os moluscos como metáforas do que acontece conosco, animais de corpo mole que, à semelhança dos moluscos, temos também de fazer casas para sobreviver. Toda a atividade humana é um esforço para construir casas. Casas são o espaço conhecido e protegido onde a vida tem maiores condições de sobreviver. Espaço familiar. Piaget sugeriu que o corpo deseja transformar o espaço que o rodeia numa extensão de si mesmo. Esse espaço, extensão do corpo, é a nossa casa. Da necessidade de construir uma casa surge a ciência dos materiais, a física mecânica, a hidráulica, o conhecimento e o domínio do fogo. Da necessidade de comer surgem as ciências das hortas e da agricultura. Da necessidade estética de beleza surge a ciência da jardinagem. Da necessidade de viajar para caçar e comerciar surge a ciência dos mapas, a geografia. Da necessidade de navegar surge a astronomia. E assim vai o corpo, expandindo-se cada vez mais, para que o espaço desconhecido e inimigo ao seu redor se transforme em espaço conhecido e amigo. Até mesmo o universo... Se os homens olharam para os céus e pensaram astronomia e astrologia é porque viram a abóbada celeste e as estrelas como o grande telhado do mundo. O universo é uma casa. Karl Popper, no prefácio ao seu livro "A Lógica da Investigação Científica", diz da inspiração original da ciência (por oposição àqueles que a pensam como a produção quantitativa de artigos a serem publicados em revistas internacionais) que ela procurava compreender o universo onde vivemos. Era preciso conhecer essa casa enorme onde moramos para nos sentirmos em casa. Um universo que se conhece é um universo que faz sentido. "Quanto a mim", ele diz, "estou interessado em ciência e em filosofia somente porque eu desejo saber algo sobre o enigma do mundo no qual vivemos e o enigma do conhecimento que o homem tem deste mundo. E eu creio que somente um reavivamento no interesse desses enigmas pode salvar as ciências e a filosofia das estreitas especializações e de uma fé obscurantista nas habilidades especiais dos especialistas e no seu conhecimento e autoridade pessoais."
"O enigma do conhecimento que o homem tem deste mundo": é nesse ponto que a filosofia da educação tem o seu início. Onde nasce o nosso desejo de conhecer? Para que conhecemos? Como conhecemos? Essas são as questões que me preocupam. E é por isso que estou interessado no conhecimento, no momento exato do seu nascimento. Quero vê-lo nascendo, como uma criança sai do corpo da mulher. O conhecimento dos moluscos e de outros animais sobre a arte de construir casas nasce com eles. Mas não nasce conosco. Nascemos ignorantes. Que forças nos arrancaram da ignorância? Que poder penetrou no corpo mole do homem e o engravidou, transformando-o num pensador? Que poder foi esse que transformou o cérebro em útero? E que forças o ajudam a nascer?
Para se ter resposta a essas perguntas basta observar esse milagre acontecendo na vida de uma criança.
Primeira lição para os educadores: A questão não é ensinar as crianças. A questão é aprender delas. Na vida de uma criança a gente vê o pensamento nascendo - antes que a gente faça qualquer coisa...

Rubens Alves é educador, escritor psicanalista e professor emérito da Unicamp

O professor como uma ponte...

Para mim o professor se encontra na simbologia da ponte: ele possui a missão de levar as pessoas ao caminho/ objetivo traçado. Não acredito na imagem do professor como o único detentor do saber mas acredito que seja uma ligação para despertar e estimular o saber de outrem. E o professoor deve ser como a ponte que liga e não como o muro que separam, é preciso um alicer-se firme para que não venha ocilar. Por essa ponte passará e passarrão pessoas, vidas que contribuiram para que o alicerse seja cada dia mais recalcado com amor e devoçã.
Mas por mais estática que possaparece a ponte há vida em torno dela... O professor deve ser humano...
"Os homens estão construindo um número excessivo de muros e um número insuficiente de pontes". (De JCDecaux, empresa da França.)

O professor deve ser revolucionário...



pois ele deve sempre estar buscando novos conhecimentos e mesmo que não saiba algo, ele deve sempre estar pronto e apto a aprender. Deve sempre surpreender seus alunos com novidades e, por isso não achar que é o detentor do conhecimento, pois como já foi discutido em reuniões, sabemos que o professor não sabe tudo e nunca saberá pois sempre aprenderá. Revolucionar deve ser o desejo de todos.

O professor como semente ...



O professor e a semente em muitos sentidos se assemelham, uma vez que a semente antes de tudo precisa ser plantada e depois disso precisa contar com um bom cultivo, que respeite suas particularidades, recebendo luz do sol suficiente, água em quantidade necessária e é claro um solo rico em nutrientes. O professor deve ser a princípio um bom aprendiz, preferencialmente cursar uma boa universidade e "regar-se" de muita dedicação e compromisso com sua formação e com suas obrigações como profissional.

Em um segundo momento, semente e professor devem cumprir seu objetivo de gerar bons frutos a partir de toda bagagem que carregam. Bons frutos no caso do professor seriam obter sucesso em seu momento de ensino-aprendizagem, ou seja, na formação de seu "aluno-fruto".


Na foto, três futuras professoras :mari, lilian e eu no aniversário de vinte anos da lilian !!

O professor como um Pai de família!


Pensei nessa metáfora pois acho que que o professor, assim como um pai de família, deve ser responsável com seus deveres , deve ser calmo e paciente para explicar, corrigir, educar. Deve ser inteligente e competente para que tenha sucesso e que faça despertar nos filhos (alunos) uma vontade de obter sucesso também e que seja uma pessoa boa e de caráter, que todos, ou pelo menos a maioria admire e tenha carinho e respeito pelo pai/professor.

Na foto estou junto de uma pessoa essencialmente importante em minha vida, meu herói, meu exemplo de força e bondade! Meu irmão Eurico!

A professora como.....uma AVÓ.


Um professor deve ser e ter as mesmas atitudes de uma avó.

Uma avó sabe amar todos seus netos sem distinção! Compreende o modo de ser de cada neto e o considera como se fosse único! Sabe manter a ordem dentro de casa e faz de tudo para que não haja conflitos! Assim é minha avó Terezinha. Mulher sábia, guerreira e carinhosa. Sabe ter paciência e ser atenciosa com todos seus 12 netos.

Assim deve ser um professor...

Um professor deve saber conciliar o ensino e a aprendizagem.

Um professor deve respeitar a individualidade de cada aluno sem qualquer distinção ou comparação entre eles.

Um professor deve compreender as dificuldades da turma e ser paciente para auxiliá-los.

Um professor deve cativar seus alunos respeitando-os e ganhando o respeito deles.

Ser professor(a) é ser um pouco pai/mãe e fazer parte da formação de seus alunos.

Na foto, eu e minha primas com nossa avó querida!

sábado, 29 de março de 2008

O professor deve ser uma: BOLA


Assim como uma bola, olhando um professor de fora, não dá para ver onde começa ou termina (talvez porque ele está em constante transformação).
Todo o que ele faz está espelhado em sua forma (esférica e perfeita).
Quanto mais forte é o impacto dos obstáculos que tentam fazer um professor desistir, mais alto ele vai.
Podemos encontrar vestígios da existência de um professor desde o núcleo de um átomo até a grandeza de um planeta.

sexta-feira, 28 de março de 2008

O professor deve ser...


como um leme, direcionando o barco, mas sempre respeitando o curso do rio.Penso que é preciso aceitar que não é possível mudar todo o contexto educacional (o rio), mas é preciso acreditar que o nosso barco (a sala de aula) segue o curso que a gente escolhe em comum acordo com a tripulação (os alunos).Na foto, a lembrança de um dia agradável com os meus filhos.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Meu cantinho...


Aqui é uma parte da casa que eu gosto muito, pois aqui eu viajo através da internet para diferentes países conversando com pessoas do mundo todo conhecendo mais sobre diferentes culturas e nações. É aqui que faço meus trabalhos, estudos e relaxo assistindo alguns clipes e ouvindo minhas músicas favoritas. Abraços a todos.

quarta-feira, 26 de março de 2008

TRANSFORMAÇÃO.


Você já parou para pensar nos processos que uma simples lagarta passa para atingir o estado de uma linda e perfeita borboleta? É algo impressionante! Por isso na minha opinião o professor deve ser uma borboleta, ou seja ele deve estar sempre em transformação, atuando com novas idéias se reciclando para novos tempos e diferentes realidades. Um formador de opinião que não está acomodado, mas sempre atento a mudanças absorvendo tudo aquilo que é positivo e significativo para o processo de ensino/aprendizagem.

ESTÁGIO...

No dia 24 de abril de 2008, chegamos na escola para as primeiras aulas, a professora Bruna deu inicio a aula com a acomodação dos alunos em seus lugares, devido a indiciplina cada aluno possue um lugar previamente escolhido pela orientação da escola. A professora abordou neste dia vocabulários sobre parts of body, depois desta atividade as crianças deveriam desenhar uma pessoa e apontar as partes do corpo em inglês. Tive uma surpresa querida quando o aluno Leonardo me desenhou. Após está atividade foram distribuidas revistas, papel, tesoura e cola para os alunos que em equipe de quatro deveriam fazer uma montagem sobre as partes do corpo e escrever o nome de cada uma delas em inglês, foi uma atividade muito gostosa para as crianças que tiveram muita imaginação e criatividade. Algumas crianças não quiseram fazer o trabalho em grupo o que nos fez pensar para próxima aula em alguma atividade para integrar mais a sala para que todas as crianças possam se aproximar mais em laços de amizade, equipe e colaboração, pois é uma turma de diferentes faixa etária. Depois da aula fomos a sala dos professores para nosso grupo de estudo onde ficou decidido que na próxima semana eu e Juliana iremos ministrar atividades em sala de aula. É um desafio importante para nós mas essa é a meta, então espero na próxima semana estar aqui novamente com novidades para relatar uma aula bem produtiva. Cláudia Palma.

terça-feira, 25 de março de 2008

A metáfora de ser professor


Já achei que ser professor era ser um artista no palco tentando fazer o melhor show da sua vida dia após dia. Também cheguei a pensar que o professor era um alpinista, buscando atingir os picos mais altos da sabedoria humana.
Hoje acho que ser professor é ser um eterno leitor. É ter que ler livros, muitos livros; livros de teorias sobre ensino e aprendizagem e, além de tudo, livros que contam estórias de vida.
Esta foto é uma parte da minha estante de livros de onde aprendo cada dia que passa um pouco mais sobre minha missão de formar indivíduos enquanto formo a mim mesma.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Quarteto letrado


Na foto estamos Lana, Mari, eu e Lilli. Muito frio no mês de agosto. Estar com elas é muito bom e agora com o estágio é bom poder contar com elas.

domingo, 23 de março de 2008

GREAT WEEK FOR YOU !!!!!


Quando os primeiros raios de sol despojar em sua janela, pare e pense que esse dia te pertence...E procure aproveitar do melhor modo possível, como se esse dia fosse o último dia de sua vida...Olhe ao seu redor e procure fazer o melhor que esteja ao seu alcance...Não de o passo maior que sua perna, pois o futuro nos espera...Seja solidário (a), humilde, não tape os ouvidos para os oprimidos...Estenda suas mãos aos necessitados, pois a semente de seu passado será o fruto do seu futuro...

Pensamentos.

"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)

Uma Manhã Especial ...

Na última segunda-feira pude relembrar os tempo de estágio que fazia no curso de magistério, foi muito gostoso o primeiro dia na Escola Estadual Ana Garcia Molina. Eu, Juliana e Elaine fomos muito bem recebidas pela Direção, professores, funcionários da escola e pelos alunos da 6ª série que estaremos acompanhando este ano. A professora Bruna ministra as aulas de inglês e durante a aula os alunos ficaram muito empolgados com nossa presença na sala, são crianças de diferentes idades e gostam muito da aula de inglês, interagem com a professora. Observando a aula senti uma vontade imensa em dar aula também, ensinar é algo envolvente e ver aqueles pequeninos me fez refletir muito sobre a escola e suas necessidades, dificuldades encontradas pelos professores diante as inúmeras barreiras que existem na área da educação em nosso país. Depois do encontro com os alunos em sala tivemos reunidas com a professora Bruna e conversamos a respeito do conteúdo e dos desafios para este ano, da realidade do professor de inglês na escola pública, foi proposto trazermos idéias e sugestões para atividades em sala de aula. Estou muito empolgada com esta nova fase e espero poder acrescentar na educação daquelas crianças, é muito gratificante semear para que frutos sejam colhidos. Amanhã tem mais e depois dou uma passadinha por aqui para contar mais detalhes deste novo desafio. Um abraço a todos. Cláudia Palma.

Realmente

Segunda-feira dia 17 de março vivi minha primeiríssima experiência de estágio na escola Ana Molina Garcia.
Confesso que quando me percebi em meio a uma aula de verdade, senti um discreto desconforto . Fiquei sem saber se sentava, levantava ou saía correndo dali. Passados os primeiros (e tensos) minutos, pude desfrutar a sensação de sentir na pele a realidade de um professor de inglês de escola pública. Mesmo tendo percebido que, de fato, não é tarefa das mais simples, fiquei com a impressão de que é possível fazer a diferença mesmo a despeito da incredulidade. As relações humanas constituem parte indissociável do ofício do professor. Essas relações precisam estar fundamentadas na cordialidade, respeito mútuo e confiança para que o trabalho do professor possa ser bem aproveitado. O espaço físico da escola é agradável, o número de alunos por turno é reduzido o que parece gerar um sentimento de proximidade entre professores, alunos e funcionários. As minhas primeiras impressões foram boas e as minhas expectativas são as melhores.

sexta-feira, 21 de março de 2008


A espantosa realidade das coisas é a descoberta de os todos dias. Clarice Lispector.

Brasil....


O projeto social que pode mudar nosso Brasil, não é o Fome Zero é a Escola 10. Jean Claudio Feder. Que possamos refletir nessa frase como educadores e colaboradores da educação em nosso maravilhoso país. EU SOU BRASILEIRA NÃO DESISTO NUNCA E VOCÊ ????

HAPPY EASTER


OI pessoas queridas gostaria de desejar a todos HAPPY EASTER com grandes bençãos daquele que deu sentido a essa data especial ... Jesus... um abraço a tds e bom feriado!!!!!!!

segunda-feira, 17 de março de 2008

CAMINHAR COM O OUTRO


Ensinar-aprender, pra mim, é ser-com-o-outro, poder-com-o-outro, cuidado-com-o-outro. Ser mais feliz e menos desigual. Poder conhecer e transformar. Cuidar da cultura e da história.
(Na foto, meu pai e minha caçula, Carolina, plantando uma árvore juntos no seu aniversário do 67 anos.)

Ensinar/Aprender é ter. . .


Cumplicidade. . .

Confiança. . . e

Perseverança!


O Aprendiz


Antes de qualquer coisa o professor é um aprendiz, um eterno aprendiz. O sucesso da aprendizagem está intimamente relacionado com o ambiente em que se aprende, com a as práticas de estudo e com o reflexo de com quem se aprende.
Nesse momento se faz extremamente importante refletir a questão de que professor e aluno são aprendizes constantes e "dependentes" um do outro, uma vez que a prática do professor de hoje influenciará a postura do futuro professor, logo, é de suma importância que os cursos formadores de professores se preocupem em conscientizar o aprendiz do quanto suas próprias crenças de ensino e também as crenças com as quais os mesmos têm contato, podem ser determinates em contextos de ensino e aprendizagem.
O aprendiz deve ter concentração, dedicação e consciência, afinal, a troca de experiência e conhecimento entre os aprendizes deve deve se dar da melhor maneira possível e para isso é necesária a participação de ambos.

domingo, 16 de março de 2008

Acreditar e fazer

Apesar de os relatos das experiencias dos alunos-professores serem, na maioria das vezes, focados nos aspectos negativos e nas dificuldades do ensino de ingles nas escolas públicas, é possível identificar importantes pontos relacionados, ou não, com as crencas que podem vir a influenciar a atuacão dos futuros professores em sala de aula.O posicionamento favorável ou contrário a determinadas práticas permite que o aluno-professor reflita sobre as responsabilidades inerentes ao processo de ensino/aprendizagem da língua inglesa, ao mesmo tempo em que gera reflexões relacionadas as práticas de ensino a serem adotadas por ele em um futuro próximo.

Conhecer as próprias crencas e as implicacões das mesmas sobre a maneira de agir enquanto professor, parece ser um bom primeiro passo no longo caminho a ser percorrido rumo ao objetivo de otimizar o processo de ensino/aprendizagem.

quinta-feira, 13 de março de 2008

O Ateliê do Artista

“O Ateliê do Artista” é uma tela de Jean Vermeer, que retrata um pintor iniciando uma tela. Se pararmos para pensar, veremos que Vermeer ao pintá-la retratou seu próprio trabalho.
Quando estamos realizando algo de importante devemos fazer como Jean Vermeer e projetar diante de nossos olhos, como se fosse um esboço, nossos objetivos. Termos consciência do que estamos buscando é fundamental para alcançá-lo.

"A melhor escola do mundo"


Uma reportagem da revista Veja do dia 20 de fevereiro do corrente ano me fez questionar muito sobre a atual situação de nossas escolas.

A reportagem, intitulada “A melhor escola do mundo”, relata como a Finlândia criou com medidas simples e focadas no professor, o mais invejado sistema educacional. Este país apostou em duas bases de qualquer sistema educacional:

A primeira é o currículo amplo, que inclui o ensino de música, arte e pelo menos duas línguas estrangeiras. A segunda é a formação de professores. O título de mestrado é exigido até para os educadores do ensino básico. Dar ênfase à qualidade dos professores foi um dos primeiros passos da reforma educacional que o país implementou a partir dos anos 70, e é nesse quesito que a Finlândia mais tem a ensinar ao Brasil. Quarenta anos atrás, metade da população finlandesa vivia na zona rural. A economia era dependente das flutuações do preço da madeira, já que 55% das exportações vinham da indústria florestal. Além dos bosques que cobrem 75% do território, o país só tinha a oferecer sua mão-de-obra barata. Os finlandeses emigravam em massa para vizinhos ricos, como a Suécia, em busca de melhores condições de vida. Preocupados com a má qualidade das escolas públicas, os pais estavam transferindo os filhos para instituições privadas de ensino. Em alguns desses aspectos, a Finlândia se parecia com o Brasil. A reforma educacional colocou a qualificação dos professores a cargo das universidades, com duração de cinco anos. Hoje, a profissão é disputadíssima (só 10% dos candidatos são aprovados) e usufrui grande prestígio social (é a carreira mais desejada pelos estudantes do ensino médio).

Assim podemos voltar a discussão da nossa última reunião: Qual será a solução para tantos os problemas em nosso ensino? Seria necessário “reinventar” o ensino ou focar na formação do professor?

segunda-feira, 10 de março de 2008

The good fight



“In you eyes faint
As a singing of a lark
That somehow this black night
Feels warmer for the spark
To hold us until the day
When fear will lose its grip
And Heaven has its ways
Heaven knows
No frontiers
And I’ve seen Heaven in you eyes”
(Jimmy McCartty)


In this space we share and defend the ideas of a world with no frontiers, (especially when it comes to teaching in our case…). So we must always keep in mind what is like to defend what we believe, it means fighting for it. It is a tough fight and a difficult and noble decision if we face it. And when we achieve victory we’ll also achieve freedom and freedom is power. Power to communicate, power to respect and be respected, power to help more than what we already do, power to make good and responsible decisions for a common good, power to take our dream to more people than we could ever imagine. And please, it is not our will to make of this power our own destruction. Otherwise we would had wasted every single drop of sweat and blood we shed when fighting what we were/are fighting for. If that’s so, what do we gain with achieving freedom and power to others? What more can we get besides the knowledge of being part of something as great as somebody else’s education?
By Isaque Gonçalves

domingo, 9 de março de 2008


Meu 'home-office'
Aqui faço minhas pesquisas para as aulas da UEL e as traduções que ajudam a pagar o leite das crianças (rs).
Adoro o meu cantinho, que um dia já foi o quarto da minha filha Anna Gloria. Minha filha está na Itália e no dia em que transformei o quarto dela em meu escritório chorei de tristeza. Mas ela sabe que foi por um boa causa (economia de aluguel). Lá no fundo, adivinhem quem é a modelo fotográfico!!!!

Socorro! O tempo está voando rápido demais!

Minha gente, amanhã é segunda-feira de novo e eu não consegui chegar até a minha escola e falar com a Ana Maria. Liguei agora pouco para ela mas não atendeu. Domingo não é dia para se ligar para alguém e agendar uma reunião.
Me dêem um tempo, por favor. Espero chegar até a escola amanhã cedo. O tempo tem passado rápido demais apra mim. Juro que não é relapso. Apenas acúmulo de responsabilidades e serviços e necessidades outras que não estão me deixando cumprir minha tarefa no projeto. Será que tenho ainda uma chance? Vocês me dão mais um tempo?
Um grande abraço a todos.

Kilda

terça-feira, 4 de março de 2008

A PRIMEIRA (ÓTIMA) IMPESSÃO

Se a primeira impressão diz muito, estou prevendo um super ano na nova escola. Fiquei impressionada com a atenção dos funcionários e com a organização da escola. E olha que eu vi muito pouco. Mas só de chegar e ter no portão alguém sorridente e gentil pra saber o que eu queria já causou ótima sensação. Não foi só isso. A secretária não me deixou esperando no balcão (o mais comum é que a gente fique uns 40-50 segundos invisível antes que alguém levante os olhos pra perguntar o que a gente quer) e a professora foi muito receptiva. Isso sem falar na direção que não poupou esforços em sugerir alterações nos horários e na hora atividade da professora pra que ela se evolvesse no projeto.Fiquei pensando também numa outra coisa. Tem sido comum ver as escolas "protegidas" por grades e cheia de espaços trancados com cadeados. Isso é uma coisa que me traz desconforto, eu diria até mesmo pesar. Muitas vezes me senti como numa prisão e pensei em como será triste pra essa geação viver em escolas-prisão. Hoje, enquanto descia uma rampa pra chegar no prédio da escola, pensei: "aqui não deve ter grades porque tudo me parece tão caloroso". Enganei-me. Há grades. Muitas grades. E há cadeados. Grandes cadeados. Mas, por algum razão, não me senti deconfortável, intimidada ou entristecida. Tomara que isso seja mais por conta da boa atmosfera. Ou será que isso se tornou banal pra mim???

Um dia de domingo



Esse é um domingo típico. Sol, família e nada pra fazer, além de curtir marido e filhas.

Bem vindos calouros!!!


Semana de recepção aos calouros!!!
Nós veteranos, damos as boas vindas aos calouros de LEM!
Eu, representando os estudantes da língua Inglesa, e Fábio e Thalita representando os da língua Espanhola.