
Os passáros são o maior símbolo de liberdade e um dos animais que mais me encanta. Na tarde em que fui surprendida por este bando no campus em frente do pinguin. Conversava sobre como será depois? Depois que nos formarmos?.
Eu não tenho respostas, apenas espectativas e medos.
Realmente não sei como será, e o que mais tem me apavorado é o medo do que posso me torna ao ver que muito do que se fala e cre não é o que realmente acontece. Tenho medo de cair em uma ápatia espiritual, talvez já tenha caido. Tenho tentado vooar em menho a tempestade, mas confesso está sendo dificíl.
Me lembro do dia que passei no vestibular de como fui tomada de euforia, do primeiro dia de aula, da procura de projetos... era tudo mágico, sonhos, espectativas de como será quando eu entrar e já não for mais a aluna, professora.
De como encarei uma proposta de estágio no 2 ano, foi realmente um presente, aprendi o quanto a afetividade e confiança podem romper barreiras para se aprender. Mais ideologias e sonhos. A entrada no projeto Aprendizagem, ouvia tudo atenciosamente, me apaixonei por mais ideologias.
Cheguei ao 3 ano com o meu coração imundado de sonhos e ideologias de gigantes, ao qual tenho tentado me espelha a cada dia. Mas também no 3 ano tive parte do castelo quebrado, chorei ao ver que é preciso mais para se criar ideologias e preciso pratica-las.
Hoje me vejo estática, e o quanto preciso para ser realmente uma professora. Reflito sobre minha prática no estágio e me sinto triste, me vejo como parte daquilo que nós criticamos nas teorias de ensino. Que o desempenho dos alunos que venho acompanhado no São José poderia ter sido melhor talvez, se eu tivesse trabalhado mais algumas coisas aqui, ali. De como me sinto apreensiva a cada reunião com a Prof Ana Maria, - O que será que ela vai ir contra agora...; mas também o quanto tenho apreendido com ela.
E de como meu olhar mudou nesse caminha... " Gostaria de voaar, mas não tenho asas".
Então me lembro da parábola da Àguia, e tento busca força para atravessar este ano...










