




Saí do Col. São José com a sensação de que levei um bordoada na cabeça. Uma bordoada bem boa mesmo, daquelas que fazem a gente ficar tonta e, graças a Deus, quando retomamos a consciência, não sentimos mais a dor na cabeça, mas sim no coração. Acho que depois da nossa conversa com a Ana Maria, dia 30 de abril, mais um pouco de mim foi formado. Fico feliz que a Bruna saiu de lá agradecida pela conversa que tivemos. Então fui formada e formei também. Puxa!!! A Ana Maria não quer saber de onde vem os seus alunos. Ser aluno que vive na favela ou em um condominio chique não faz diferença. Mais do que sabermos onde moram os nossos alunos, precisamos saber que são seres humanos. Precisamos saber olhar nos olhos de cada um e enchergarmos um ser que tem um coração. E é este coração que devemos entender e aceitar e quem sabe mudar, se for preciso. Lá vamos nós! Mais uma etapa do nosso projeto a ser trabalhada. Vamos conhecer os corações de nossos alunos do São José.
Um comentário:
Nossa...
como a gente vai lidar com alunos que ao menos nem conhecemos?
acho que fica difícil dirigirmos a um aluno sem ter o receio de que podemos estar ofendendo, de alguma forma, sua moralidade. É claro que não temos consciência da realidade do aluno, seria muito legal mesmo se todos tentassem saber mais sobre nós!
Conhecer para ensinar! (meu tema do EPLE do ano passado :D)
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