sábado, 31 de maio de 2008

" É ali..."

É ali... logo ali...está vendo...
é ali!
Lá há crianças ... como aquelas que fomos um dia...
elas acordão vão para escola...
elas são...
é eu sei não é bem como eramos... nós acreditavos em contos de fadas... nossa escola tinha jardim, flores...
e pudiamos até joga bolinha de papel pela janela, " elas não tinham grades"...
tinhamos leite quentinho antes de sair de casa...
eles não, deve ser por isso que talvez o estomogo dela doi!
é com quatorze anos brincavamos de casinha... e não tinhamos uma com um nenêm...
mas há algo em comum...
são humanos...
alunos...
escola...
?
" Não são marginais, não não são. Eles são frutos de uma sociedade esquecida. São o reflexo do desespero, da falta de esperança... da nossa falta de FÉ!"
Mas ainda é uma escola!
ESCOLA SÃO JOSÉ!

Felizes são os ignorantes porque deles é o reino do céu / deixai vir a mim as criancinhas porque delas é o reino do céu


Há duas semanas choro muito. Choro pelo sentimento de impotência, choro pela revolta quanto a injustiças. Seria certo afirmar que 'felizes são os ignorantes porque deles é o reino do céu'? estaria eu mais feliz hoje se não tivesse perguntado a Profa. Ana Maria se o meu querido aluno era usuário de droga? estaria eu mais feliz hoje se permanecesse na minha dúvida? estaria eu mais feliz hoje se soubesse que meu querido aluno era apenas um menino assediado por traficantes para o trabalho de aviãozinho na venda de drogas? Pois é, até outro dia eu apenas tinha ouvido falar que ele poderia ser usado por traficantes. Não tinha ainda me dado conta que o 'poderia ser', na verdade era um sonoro, 'sim, ele se droga, dizem os amigos'.
Meu mundo se desmorou! Não consegui chegar até a escola e dar minha aula na semana seguinte. Precisei me recompor. Voltei somente no dia de reunião. Fui e ouvi relatos, muitos relatos de problemas nas escolas, problemas de drogas, de violência, de desespero de professores novatos, e de aceitação da impotência de muitos perante a força do mal. Chorei mais um pouco ao ouvir tais relatos. Choro ainda enquanto escrevo neste blog.
Mas sei que meu sentimento de impotência e minha revolta por conta das injustiças ainda vão me dar forças para encontrar uma saída ou, melhor, uma entrada triunfante no reino do céu não só para os ignorantes mas também para aqueles que sabiamente combatem o mal.

sábado, 24 de maio de 2008

EDUCAÇÃO.

A criança vive intensamente, intelectual e afetivamente cada etapa de seu desenvolvimento. Para Piaget, a educação é um todo indissociável com dois elementos fundamentais: o intelectual e o moral. ... o pleno desenvolvimento da personalidade , sob seus aspectos mais intelectuais, é inseparável do conjunto de relacionamentos afetivos, sociais e morais que constituem a vida da escola... (Piaget, 1973f . p 69). O objetivo da educação, não consiste na transmissão de verdades, informações, demonstrações, modelos etc..., e sim que o aluno aprenda por si próprio conquistar essas verdades. A educação pode ser considerada como um processo de socialização. Socializar nesse sentido implica criar-se condições de cooperação. A educação é condição formadora natural do ser humano. O conjunto de relações de reciprocidade e de cooperação ao mesmo tempo moral e racional raramente é assegurado pela autoridade de professor ou pelas lições, informações, modelos que ele possa sugerir ou apresentar, mas pela vida social entre os próprios alunos pelo autogoverno. Uma educação assim concebida é a que procurará provocar nos alunos constantemente busca de novas soluções, criar situações que exijam o máximo de exploração por parte deles e estimular as novas estratégias de compreensão da realidade.

TRISTE SITUAÇÃO NA SALA DE AULA...


Foi uma manhã diferente na sala de aula, uma experiência triste para mim, mas uma realidade em nossas escolas, a presença de drogas na vida de nossas crianças. Não podemos fechar os olhos diante de uma realidade que gostariamos de não ter, mas que é real. O professor tem que lidar com tantas dificuldades e esta é uma das mais duras. O que nós podemos fazer para ajudar? Como podemos ascrescentar algo positivo na vida dessas crianças? Refleti muito sobre isso e meu coração se quebrantou muito, as vezes damos tanta atenção para coisas tão insignificantes em nossas vidas e nos esquecemos de olhar para o nosso próximo que está sedento de nossa ajuda. Como professores temos que ter a visão de compromentimento com as nossa crianças diante de uma realidade tão amarga.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Quem sou eu...


Bom, eu posto a foto do meu aniversário mais recente no dia 14 de maio de 2008.
O meu aniversário sempre é um dia de reflexão sobre minha vida e sobre quem eu sou....
Eu não me definiria com adjetivos, eu imagino que o que eu penso ser pode não corresponder com a realidade ou mesmo ao que as pessoas acreditam que eu seja. Mais de uma palavra me definiria, e ela remete a várias outras palavras e sentidos... "HISTÓRIA" Eu sou minha história e essa história tem o me passado, que é minha essência e origem e que eu valorizo muito, meu presente, o tempo onde eu tento refletir, viver intensamente e faço minhas escolhas e na história existe meu futuro, onde estão guardados os meus planos e projetos ...
Cristina Ap. Leite

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Minha concepção de professor.


Segundo o dicionário o professor é todo aquele que ensina uma arte, ciência, técnica; mestre. Porém minha concepção o professor vai além disso.

O professor pode ser visto para mim como uma bússola. O ponteiro da bússola é móvel, ou seja representa a flexibilidade que o professor deve ter sobre como e o que ensinar. O ato de ensinar, implica em respeitar e trabalhar com os diferentes contextos sociais dos alunos. Também deve ser flexível ao próprio conhecimento, no sentido que deve sempre estar buscando se atualizar com o que ensina. O ponteiro da bússola, sempre aponta para o norte e o professor sempre ensina onde esta a resposta para determinado assunto.

Na história da humanidade a bússola sempre foi instrumento de direçao para o descobrir. Nas grandes navegações por exemplo, foi-se descoberto novas terras. Assim também o professor, instrumento para direcionar o aluno a descobrir novos caminhos e conhecimento.


Cristina Ap. Leite

terça-feira, 20 de maio de 2008

Educar...

Educar não é ditar a outrem quem deve ser. O educando já traz em si quem ele pode ser. Mas nele não existe apenas a possibilidade do melhor de si. O individuo em processo de formação sabe distinguir apenas o que é mais fácil, não o que é correto. Por isso é necessário alguém que ajude o educando a descobrir seu ideal e evitar seu risco.

(PINTO, Gustavo Alberto Corrêa)









http://wallon.futuro.usp.br/upload/image/ethos2_o_educador_e_o_educando.doc


Esse alguém é o educador. Assim, criando uma criança com bases familiares fortes e saudáveis e caminhando junto com a escola e a razão, não com a autoridade sem explicação, acreditamos que essa criança pode se tornar no futuro uma adolescente que respeita e que é respeitado. Diminuindo assim os índices de violência tanto dentro de casa ou na escola, como na sociedade. Formando perguntadores podemos melhorar a visão de mundo que o jovem tem atualmente, que podemos dizer que na maioria das vezes é a pior possível, pois este jovem se depara com uma realidade na escola que pode ser diferente da que ele convive em casa e que também pode ser bem diferente da que ele enfrentará na sociedade mundana, na qual será cobrado mais ainda suas obrigações.

(REFERÊNCIA: Helo e Lilly; Educar: a quem compete este papel?;2008)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

They're !!!


Estou encarando os desafios de ensinar inglês em escola pública muito de perto. E estou muito empolgada com a experiência! No nosso trabalho na escola Ana Molina Garcia é possível perceber que o ensino de inglês pode ser interessante, instigante e até divertido para os alunos.E trabalhoso para os professores que querem fazer diferente...A mudança exige dedicação !

domingo, 18 de maio de 2008

Nosso "Site Sem Fronteiras"

A cara do nosso site está começando a surgir... Estou publicando está página inicial para que todos possam dar sugestões. O logo ainda é temporário, então vamos colocar a nossa criatividade para funcionar...

Instruir não é educar...

Ensinem, e terão quem saiba; eduquem, e terão quem faça. Mandar recitar de memória o que não se entende é fazer papagaios. Não se mande, em nenhum caso, uma criança fazer nada que não tenha seu “porquê” junto. Acostumada a criança a ver sempre a razão apoiando as ordens que recebe, sentirá falta dela quando não a vir e perguntará por ela dizendo: “Porquê?” Ensinem as crianças a serem perguntadoras, para que, pedindo o porquê do que as manda fazer, se acostumem a obedecer à razão: não à autoridade, como os limitados, nem ao costume, como os estúpidos.

sábado, 17 de maio de 2008

Sensação...

A Língua Portuguesa agradece (e nossos ouvidos também!)

Mesmo que você saiba de todas essas formas corretas, passe adiante, pode ser útil para outras pessoas.A Língua Portuguesa agradece.
Nunca diga:- Menas (sempre menos)- Iorgute (iogurte)- Mortandela (mortadela)- Mendingo (mendigo)- Trabisseiro (travesseiro) - essa é de doer, hein!- Cardaço (cadarço)- Asterístico (asterisco) - Meia cansada (meio cansada)E lembre-se:- Mal - Bem- Mau - Bom
Trezentas gramas (a grama pode ser de um pasto). Se você quer falar de peso, então é O grama: trezentOs gramas.- Di menor, di maior (é simplesmente maior ou menor de idade).- Beneficiente (beneficente - lembre-se de Beneficência Portuguesa) - O certo é BASCULANTE e não VASCULHANTE, aquela janela do banheiro ou da cozinha.
- Se você estiver com muito calor, poderá dizer que está "suando" (com u) e não "soando", pois quem "soa" é sino! - A casa é GEMINADA (do latim geminare = duplicar) e não GERMINADA que vem de germinar, nascer, brotar. - O peixe tem ESPINHA (espinha dorsal) e não ESPINHO. Plantas têm espinhos.- Homens dizem OBRIGADO e mulheres OBRIGADA.
- "FAZ dois anos que não o vejo“ e não “FAZEM dois anos”- "HAVIA muitas pessoas no local" e não "HAVIAM” - "PODE HAVER problemas" e não "PODEM HAVER...." (os verbos fazer e haver são impessoais!!) - PROBLEMA e não POBLEMA ou POBREMA (deixe isso para o Zé Dirceu)- A PARTIR e não À PARTIR
- O certo é HAJA VISTA (que se oferece à vista) e não HAJA VISTO.- POR ISSO e não PORISSO (muito comum nas páginas de recado do orkut, junto com o AGENTE pode marcar algo... Se é um agente, ele pode ser secreto, aduaneiro, de viagens...)
A GENTE = NÓS
Isso é só para descontrair pessoal!!!

terça-feira, 13 de maio de 2008

A primeira emocionante visita!

Sexta-feira, dia 09 do corrente mês, foi minha primeira visita ao colégio São José. Confesso a vocês que neste dia já sai de casa um tanto amedrontada, pois este colégio localiza-se no Jardim Leonor, uma região afamada por inúmeros fatos envolvendo violência. Porém, coloquei em minha cabeça que ao chegar a escola eu não encontraria esta realidade. E realmente não encontrei! Fui recebi muito bem pela simpática diretora e pela coordenadora dos professores, as quais falaram que conhecem os objetivos do nosso projeto e estão muito felizes em nos receber lá! Eu e Vanderson estamos acompanhando uma turma de 7ª série, período vespertino, com a professora Ana Maria! Uma professora que demonstra muito amor pelo que faz. Seu quadro é extremamente didático e colorido! Porém, gostaria também de compartilhar com vocês uma lamentável situação desta turma. Tive acesso à pauta da professora e lá constava 30 alunos, porém estavam presentes somente 13!!!! Ana Maria nos relatou que a grande maioria está desistindo! Isto partiu meu coração! Como que crianças podem largar os estudos em plena 7ª série do ensino fundamental??? Assim, mais uma vez vejo o quanto será necessário a nossa pesquisa neste grupo de qual é o contexto social destes alunos!!!!

Ah! Eu e Vanderson tivemos outra grande surpresa! Na hora do intervalo a diretora reuniu todos os professores e passou um breve documentário do Greenpeace a respeito de Meio-ambiente. Após a exibição que este será o tema a ser desenvolvido na escola durante todo o ano! Foi uma imensa coincidência, pois um pouco antes do intervalo, nós estávamos conversando com a professora para abordamos o Tema Meio Ambiente nas aulas de LI!!!!

Simplesmente adorei esta nova experiência e pretendo compartilhar muitas outras com vocês neste Blog!

Uma ótima semana a todos!

perder e buscar o equilíbrio: opoturnidade para aprender


Outro dia, no seminário do Klaas, ele perguntou o que aprendemos, como, em que contextos, a partir de que fontes, nos últimos três anos. Eu pensei, mas não disse: podemos aprender a cada minuto, a cada fase de nossas vidas, e muitas experiências não-escolares (não-acadêmicas) são genuinamente pedagógicas. Nos últimos anos, perder e buscar o equilíbrio tem sido uma imensa fonte de aprendizagem na minha vida. Tenho aprendido com um mundo de novas informações que jamais pensei faria parte do meu interesse, também muito com a reflexão -- e refletimos mesmo quando não queremos!! -- e muito também com o diálogo com outros. O diálogo requer abertura, franqueza, coragem, para expressar o que pensamos e para ouvir o que os outros nos dizem. Assim, penso estar aprendendo.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Questionário

Só estou repassando para os outros o questionário que eu apliquei
em um colégio, no ano passado.

Idade: - Série: - Sexo: - Distância aproximada a que mora da escola: -

1. Você já reprovou alguma série do colégio?
( ) Sim
( ) Não
Se sim, qual(is) série(s) e em qual(is) disciplina(s)?_____________________________________
2. Seus pais se preocupam com as suas notas?

( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
3.Você gostaria que seus pais exigissem melhores notas?

( ) Sim
( ) Não
4. Em sua opinião, o que é a sala de aula?
( ) É o lugar onde você estuda
( ) É o lugar onde você estuda e também bate papo com os amigos
( ) É o lugar que faz a ligação entre o professor e o aluno
( ) Outro: __________________________

5. Como você vê seu professor?
( ) Como um educador, e o trata com respeito
( ) Como um amigo
( ) Como alguém que está ali, sendo pago com seus impostos, para te ensinar
( ) Outro: _____________________________
6. Qual é o seu papel como aluno?
( ) Tirar boas notas
( ) Aprender novos conhecimentos
( ) Estar presente às aulas
( ) Outro: _____________________________
7. Quais são os seus planos para o futuro? O que você pretende fazer após terminar o Ensino Médio?
( ) Primeiramente fazer uma faculdade e depois trabalhar
( ) Primeiramente trabalhar e talvez estudar
( ) Somente trabalhar
( ) Outro: ____________________________
8. Quantas horas você estuda por dia fora da escola?
( ) Nenhuma
( ) De uma a duas horas

( ) De três a quatro horas
( ) Mais do que quatro horas
9.Você faz alguma atividade além da escola?
( ) Sim
( ) Não
Se sim, qual(is)?____________________________
10. Qual sua atividade favorita? O que você mais gosta de fazer nas horas de folga?
( ) Assistir TV
( ) Jogar / navegar na internet
( ) Sair com os amigos
( ) Ler( ) Praticar esportes – Qual(is)?: ____________________________
( ) Outro: ________________________________________
11. Há quanto tempo estuda com a mesma professora?
( ) é o primeiro ano
( ) é o segundo ano
( ) há mais de 3
12. Relate aquilo que você aprendeu nesse tempo e que impacto, se algum, essa aprendizagem teve/tem sobre sua vida. (use o verso da folha para esta resposta)

Hoje é minha vez.

Estive pensando no quê e sobre o quê falar neste blog. Primeiramente, acho
mais do que nteressante me apresentar como bolsista de iniciação científica
júnior, pelo segundo ano consecutivo (e digamos, com já uma certa experiência),
um programa da qual penso ser muito valoroso a alunos do Ensino Médio.
Todos aqui partindo para uma visão mais ligada a do professor, eu acho que
seria legal eu partir para uma linha mais ligada ao aluno-escola-professor (sob
o ponto de vista do aluno).
Eu queria realmente entender o por quê da falta de compromisso dos alunos.
Tentar descobrir de onde é que vem o erro, mas sei que disso nada adiantaria.
Sempre ouço falar da tal da motivação, porque é disso que os alunos precisam.
E pensando nisso, é a motivação que move os alunos. Tem aqueles que saem
de casa, pode até parecer esquisito para alguns, para fazer uma refeição no
colégio. Ou aqueles que simplesmente são motivados pelo mercado de trabalho
(e nada saudável, este), desconsiderando totalmente o papel do ensino na
formação de sua vida. E também aqueles que são enviados pelos pais, porque
afinal nem eles sabem realmente o papel da escola para o filho, mas que enviam
mesmo assim porque é uma necessidade para o ingresso a sociedade. Mas não
vem ao caso. Acho que o desafio é conseguir mudar essa concepção que os
alunos têm como motivação.
E eu sei disso tudo, porque me sentia assim, nessa massa alienada. Não
encontrei muitos professores que tinham essa preocupação com os alunos.
Aí eu ganhei uma bolsa na UEL, tudo que eu sabia era que era bom, e isso
bastava. E sofri no começo com o projeto (na com a Elaine, me refiro a
acompanhá-los), mas a proposta deles era muito legal e tentadora. Todos
aqueles encontros para preparação de materiais, e algumas vezes, não dava
certo a aplicação. E pensando naquele trecho do filme 'O Sorriso da Mona
Lisa' pude entender com mais clareza o que é que se passa nas salas de aula.
Os alunos estão muito (e eu com certeza era assim) acostumados com
respostas prontas, reproduções do trecho do livro ou xerox. E todo esse
processo afastou dos alunos a necessidade de refletir sobre temas propostos,
e a sentimento que eu tenho é que o ensino está 'automático', o professor faz
perguntas "feitas" e os alunos respondem com respostas também "feitas". E
o trabalho que eles têm, é decorar para "colar" na prova.
Falta a dinâmica. Falta fazer o aluno fazer
reflexões sobre o espaço não só físico, mas
sócio-econômico. Mas no entanto, é a alienação
que permite a permanência de políticos
corruptos no poder. Mas isso é outra história.

No fim, a sensação ruim que eu tenho e não
queria ter é que tudo isso é cíclico, mas ao invés
de vermos todos esses erros e desmotivações, é
trabalharmos na formação de um aluno crítico e
bem preparado à uma sociedade de heterogeinidades
tão exacerbadas. Mas mesmo assim, com todas
essas adversidades que temos, eu escolhi ser
professor, porque acho que posso contribuir um
pouco mais com isso.

Se por ventura houver algum erro ou equívoco,
pode deixar um comentário que eu gostaria de saber.


Vinicius.

domingo, 4 de maio de 2008

BIBLIOTECA!!!


Pessoas queridas estou fazendo uma mini biblioteca de livros de inglês para os alunos da Escola Ana Molina Garcia, se você tem algum material para crianças e adolescentes por gentileza faça sua doação ela será muito bem vinda! Contatos com Cláudia ou Juliana.. Obrigada

MAIS UMA MANHÃ DE DESAFIOS.


Dia 05 de maio estarei ministrando a aula para os alunos da 6ª série da Escola Ana Garcia Molina. Eu e a Ju Mendonça vamos trabalhar juntas e ficamos durante toda semana preparando o material a ser trabalhado. Observei nessa etapa a dura realidade do professor que além de suas horas na escola enfrentando todos os tipos de desajustes e adversidades ele tem que se dedicar diariamente na elaboração de suas aulas. Brazil vamos valorizar mais este professional. De coração quero dar o meu melhor amanhã contribuindo um pouquinho mais na formação dos alunos.

LIÇÃO DE CIDADANIA.


Este últimos dias foram muito corridos, tivemos várias atividades na Escola Ana Molina Garcia por conta do Earth Day. E com muita alegria venho dizer para vocês que tudo correu muito bem, a participação dos alunos foi incrivel, a motivação de todos para limpeza das áreas em torno do colégio. Em meia hora de limpeza recolhemos mais de 40 sacos de lixos, as crianças receberam luvas e sacos de lixo para fazer a coleta, tivemos a cobertura da imprensa e fiquei muito feliz de ver crianças da escola dando entrevistas sobre o dia da terra e os cuidados que temos que ter com a natureza. Ver crescer nas crianças essa preocupação com nosso meio ambiente é maravilhoso pois eles são os futuros cidadãos do nosso amanhã. Amanhã dia 05 de maio entregaremos os certificados de participação do Dia da Terra para cada aluno da escola... Vai ser só alegria lá!

Não quero saber de onde eles vem



Saí do Col. São José com a sensação de que levei um bordoada na cabeça. Uma bordoada bem boa mesmo, daquelas que fazem a gente ficar tonta e, graças a Deus, quando retomamos a consciência, não sentimos mais a dor na cabeça, mas sim no coração. Acho que depois da nossa conversa com a Ana Maria, dia 30 de abril, mais um pouco de mim foi formado. Fico feliz que a Bruna saiu de lá agradecida pela conversa que tivemos. Então fui formada e formei também. Puxa!!! A Ana Maria não quer saber de onde vem os seus alunos. Ser aluno que vive na favela ou em um condominio chique não faz diferença. Mais do que sabermos onde moram os nossos alunos, precisamos saber que são seres humanos. Precisamos saber olhar nos olhos de cada um e enchergarmos um ser que tem um coração. E é este coração que devemos entender e aceitar e quem sabe mudar, se for preciso. Lá vamos nós! Mais uma etapa do nosso projeto a ser trabalhada. Vamos conhecer os corações de nossos alunos do São José.

A sete chaves? não, a oito!!!!!


Pois é, dizem que quando queremos segurança fechamos tudo 'a sete chaves'. Infelizmente, para as escolas já não bastam sete chaves para que a sua segurança seja garantida. Explico melhor: Dia 16 de abril fui para o Colégio São José preparar minha aula sobre 'There is' e 'There are' usando fotos que tirei na Itália. Quis primeiramente testar o video, pois iria mostrar as fotos na sala de TV da escola através do DVD. Ao chegar a escola, estacionei meu carro na rua da frente e pedi para abrir o portão de entrada da escola que estava trancado. Gentilmente me informaram que não devia deixar o carro alí. Era perigoso. Então, dei a volta no quarteirão e fui até o estacionamento da escola. Abriram este outro portão para eu entrar, depois de destravarem o primeiro cadeado. Depois de estacionar o carro no devido lugar, o rapaz que me recebera, destrancou o segundo cadeado (do portão de acesso ao corredor da sala dos professores). Avisei que estava indo até a Biblioteca pedir permissão para usar o DVD. Ato contínuo, o rapaz destrancou mais uma porta, desta vez a que dá acesso ao pátio de recreio da escola. Dirigi-me até a Biblioteca e pedi permissão para usar o dvd. A bibliotecária então me deu um molho de chaves e me mostrou a sala de TV. Primeira chave, para abrir a porta, segunda chave, para abrir a grade de ferro. Finalmente estou dentro da sala de TV. Fecho na minha frente uma 'gaiola de ferro '. Ali dentro ficam o aparelho de TV e DVD. Como ter acesso aos equipamentos? Fácil. pegue mais uma chave e abre o cadeado de cima. depois peque outra chave e abra o segundo cadeado, no meio. E, finalmente, peque mais uma outra chave e abra o cadeado de baixo. Mas lembre-se: Não deixe nem os cadeados e nem as chaves em cima da mesa e na vista dos alunos. Eles, os cadeados e chaves, podem desaparecer. Ufa!!! Oito (08) chaves. Oito trancas. Oito golpes no meu coração. Oito pontos de interrogação na minha mente. Por que isto? por que a escola se tornou um lugar de temores? um lugar de desconfiança? um lugar de difícil acesso? um lugar de tantos obstáculos? um lugar de barreiras? um lugar de portas fechadas? um lugar trancado a oito chaves?

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Alunos comemoram o Dia Mundial da Terra


Foto: Estudantes em visita ao campus: importância da preservação

Alunos da Escola Estadual Ana Garcia Molina, do Jardim Interlagos, participaram, próximo ao Centro de Letras e Ciências Humanas, de uma série de atividades em comemoração ao Dia Mundial da Terra, celebrado em 22 de abril por cerca de 140 países.
O evento foi desenvolvido pelo Projeto NAP - Núcleo de Assessoria Pedagógica, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas, que desenvolve assessoria pedagógica junto à escola, através das professoras Margaret Pederson, de Minessota (EUA), e da professora Elaine Mateus, entre outras.
Inicialmente, os alunos da escola do Interlagos assistiram à encenação da deusa Gaia, considerada mãe da terra, apresentada pelos alunos da UEL Bruna Munhoz, Isaque Gonçalves e Ana Carolina, integrantes do projeto Aprendizagem sem Fronteiras. Segundo os universitários, a encenação demonstra a dor sofrida pela natureza e causada pela humanidade. “A terra é uma entidade viva e que sente dor”, explicam.
Além da encenação, os alunos plantaram árvores no campus, participaram de gincana, utilizando-se recursos da natureza.
Durante o trajeto para o campus, a bióloga Lílian Buss Cardoso, representando o Grupo de Estudos Avançados sobre o Meio Ambiente, ministrou palestra sobre a importância do fundo de vale e plantio de árvores.
Segundo a professora Elaine Mateus, os alunos participaram também de uma limpeza na escola. “Esta foi uma maneira diferente e significativa de celebrar o Dia Mundial da Terra”, disse a professora”, e ao mesmo tempo integrar os alunos neste espaço social, a UEL”.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Ela é mãe!


" Ela tem 14 anos e já é mãe"...
Parte de um relato da professora Ana Maria do Colégio São José. Nos contando que uma aluna da 7a. série já é mãe.
È ela é mãe aos 14 anos...
Cerca de 1,1 milhão de adolescentes engravidam por ano no Brasil e esse número continua crescendo. O índice de adolescentes e jovens brasileiras grávidas é hoje 2% maior do que na última década; as meninas de 10 a 20 anos respondem por 25% dos partos feitos no país, segundo o Ministério da Saúde.
Então lhe pergunto e ai?
Qual nosso papel quanto agente de cidadões críticos reflexivos?
" é temos muito mais a pensa do que jaz nossa van filosofia"

?

Olhos que me olhão...
olhos de criança...
ainda que mulher a menina ainda dança dentro da menina...
Creio no SIM!
me recuso ao não...
crianças que sonhão...SIIM!
crianças...
Sinto dizer que Não!
o sistema não pode mais...
CREIO EM SONHOS...
as mãos unidas podem mais...
meninos assim... "vamos joga bola"
meninos, muleque sapeca...
meninos...
o que me importa
CRIANÇAS!