Desde quando iniciei o projeto Sem Fronteiras até o presente momento, pude constatar que o esforço da professora Simone, em mudar a realidade do ensino de inglês na escola pública, tem gerado pequenos frutos. Percebo que alguns alunos conseguem se adequar a uma nova metodologia mais facilmente que outros, os quais não dão credibilidade ao novo, passando a questionar o papel do professor e suas ações em sala. Simone e eu temos percebido que o comportamento de um certo aluno mudou bastante ao longo desse tempo em que estivemos acompanhando as aulas. Ele aparenta estar bem mais motivado a aprender e sua participação em sala aumentou consideravelmente. Ficamos felizes com tal resultado, o qual apesar de ínfimo, nos faz crer que está valendo a pena.
A partir da visita do professor Diego Muñoz, percebi que, apesar da dificuldade, os alunos conseguem pronunciar as palavras de uma forma inteligível, portanto, acredito ser possível investirmos mais tempo nesta habilidade lingüística, a qual muitas vezes é relegada à segundo plano.
Um problema bem crítico que notei nos alunos, é a famosa CÓPIA. Organizei
perguntas para que os alunos fizessem como trabalho valendo nota. Ao corrigí-los, observei que alguns poucos alunos fizeram e a maioria copiou, sendo que as perguntas eram pessoais. Comentei a situação com as professoras Simone e Alice e, esta última me disse que isso é muito freqüente entre os alunos e que qualquer forma de avaliação deve ser feita em sala, no estilo de prova. Por conseguinte, deixei à cargo da professora Alice, a qual decidirá o que fazer com os trabalhos.
Bem, em meio a fracassos e vitórias, seguimos nossa caminhada em busca de criativas e efetivas maneiras de solucionarmos os problemas que ainda persistem no meio educacional.
domingo, 2 de novembro de 2008
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