quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Sozinho

Foi assim que literalmente fiquei na sala de aula sexta-feira: sozinho!
eu explico: nada passou de um combinado, ou seja, ninguém iria!
É simples, a professora de biologia, que teria duas aulas na sexta, avisou
que não poderia ir por conta de compromissos.
Aí, na quinta, todos combinaram (menos COMIGO, claro e nem teria aceito)
que ninguém ia na sexta. Em pleno ano letivo. E fechamento de nota.
Então na sexta eu fui, e mesmo sabendo que ninguém ia estar lá, disposto
a fazer minhas atividades pendentes.
E ACREDITAM QUE NO FINAL DA HISTÓRIA EU QUE PASSEI COMO LOUCO?!

só espero que exista uma solução nessa nova escola do século XXI.

sábado, 22 de novembro de 2008

Mais um ano....novas experiências...



Venho aqui postar, pois senti uma necessidade de dizer o quanto estou feliz com mais um ano de experiência que se completa na minha vida.
Foi um ano cheio de descobertas, novas experiências e decepções...

Entendi, convivendo e aprendendo sobre as deficiências, que podemos superar nossas dificuldades...que na vida simplesmente reclamar do que não está bom, não faz com que isso mude...

Pude aprender que na vida tudo acontece para que possamos aprender e crescer enquanto seres humanos..aprendi a enxergar o mundo com outros olhos, olhos de quem precisa nada menos que tato para enxergar o que, talvez para nós que possuidores da visão, mesmo estando na nossa frente não conseguimos perceber.
Tive uma grande experiência de poder conviver com pessoas que acreditam que o mundo é possivel para todos. Agradeço aos coordenadores do curso de Braille que nos (Eu, Heloisa, Mariana Pirassol e Marlana) deram a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a "arte" do Braille e da vida dos deficiêntes visuais.
Espero que ano que vem, mesmo sendo nosso último ano, possamos mergulhar de cabeça em outros cursos que nos ajudam a crescer.


Agradeço a todos a oportunidade de poder crescer.


Bjoks

=D

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

When dumbocracy get's in our way...

“Rules are made to be followed”. If that’s so, how come we are here fighting so bad to “change the world” putting ourselves into the daring position of saving it. So, I am, from this moment on, assuming a position of rule breaker. Does it mean I’m being too extreme? Maybe… yeah… why not? There are so many wrong and extremes things going on out there and people are doing jack about it. Ok… so now, that makes me the messiah? Nah… Everybody here is trying to break something even though we’re not sure what that is… I’m just coming out of the closet (if you don’t get the joke I’m not the one to be blamed). Summing it up, as far as I’m concerned, rules are MENT to be BROKEN.
Let’s start with dumbocracy... Yeah, more rules. Those rules input into educational institutions for example. They are not just getting in the way. They are also making it easy. Easy? Yeah easy. Easy for who? Easy for anybody to get into a university, and easy to an incompetent professional to get out of college with, a college degree. All you need are grades. GRADES. Thanks the lord grades aren’t a knowledgeometer, other wise I’d be f… in a very bad position right now. Anyway…
I’m told that I’m a top mark student. I’m told I was supposed to be a top marks student once my English is “one of the best” (not my words I promise) and I can’t get marks if I don’t do my homework like everybody else. Then again, who decides what I am or am not supposed to be?
While my grades were heading towards a dark and low plane of existence, the classes I led were amazing and my English was never better. For that, I failed in two subjects. One I gave up, because it was a too good course to be done just to get the grades and hour that I needed. The other one was a too boring class to attend.
Now I have free time in my hands. Yeah yeah right… I wish… Now I have more time to prepare my classes, while my classmates spend an entire month preparing a couple of them in that amazing subject that I unfortunately failed for being absent (what a lost). It would be ok, really, I’m an adult I deal with the consequences of my actions. If only dumbocracy wasn’t in my way.
When me and my colleagues decided to actually do something good as teachers, the nice professor – the one that failed me – who, by the way, had nothing to do with the thing, decided that we couldn’t. There were too many laws involved. Now I’m a blown off English teacher/student, and there could be so many students we could have helped, we were willing to. But thanks to the rules we aren’t helping anybody… or that would be, thanks to my professor’s ego? I told so… IT IS all about power. I do have my power, a very special and good one, and hell will freeze before I bend my power to some one else’s will. As much as they think they are better, once they have been studying for so long.
It’s time for us to use our powers, to develop a power, to break everything, to bring chaos and evolution (hauhauhauha I’m just kidding about that last… or maybe I’m not… it is, really, up to you to decide it). Let’s start becoming what we expected our teachers to be in the past, and stop getting comfortable with the good grades, they don’t mean we are good. And if we are not good, we will get out of here just as good teachers as the teachers we complained so much when we got here in the first place. DON’T BEND YOUR POWER.



By Isaq-Q
PS: I don't mean to offend anybody with my drawing... I just hope you understand that that is a not conventional relationship... you can't bend your will to others if your goal is being happy. Get the power and be free... cuz again... FREEDOM IS POWER

domingo, 2 de novembro de 2008

Desde quando iniciei o projeto Sem Fronteiras até o presente momento, pude constatar que o esforço da professora Simone, em mudar a realidade do ensino de inglês na escola pública, tem gerado pequenos frutos. Percebo que alguns alunos conseguem se adequar a uma nova metodologia mais facilmente que outros, os quais não dão credibilidade ao novo, passando a questionar o papel do professor e suas ações em sala. Simone e eu temos percebido que o comportamento de um certo aluno mudou bastante ao longo desse tempo em que estivemos acompanhando as aulas. Ele aparenta estar bem mais motivado a aprender e sua participação em sala aumentou consideravelmente. Ficamos felizes com tal resultado, o qual apesar de ínfimo, nos faz crer que está valendo a pena.
A partir da visita do professor Diego Muñoz, percebi que, apesar da dificuldade, os alunos conseguem pronunciar as palavras de uma forma inteligível, portanto, acredito ser possível investirmos mais tempo nesta habilidade lingüística, a qual muitas vezes é relegada à segundo plano.
Um problema bem crítico que notei nos alunos, é a famosa CÓPIA. Organizei
perguntas para que os alunos fizessem como trabalho valendo nota. Ao corrigí-los, observei que alguns poucos alunos fizeram e a maioria copiou, sendo que as perguntas eram pessoais. Comentei a situação com as professoras Simone e Alice e, esta última me disse que isso é muito freqüente entre os alunos e que qualquer forma de avaliação deve ser feita em sala, no estilo de prova. Por conseguinte, deixei à cargo da professora Alice, a qual decidirá o que fazer com os trabalhos.
Bem, em meio a fracassos e vitórias, seguimos nossa caminhada em busca de criativas e efetivas maneiras de solucionarmos os problemas que ainda persistem no meio educacional.