sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Extendendo a atividade colaborativa

Ando aprendendo sem fronteiras. Semana passada entreguei um texto
a um responsável de um grupo que faço parte. Cheio de críticas sobre a
situação do grupo e também cheio de apontamentos para novos rumos.
Apontamentos esses cheios de influência do projeto. Extendi para
outros contextos.
No texto eu falo basicamente de dialogismo e de reciprocidade de
papéis, uma nobre tentativa de mudança que parece gerar algum fruto.
Hoje estou feliz porque teremos uma reunião, embora não sei como
será, significa que outras vozes serão ouvidas. Colaboração no
dicionário é trabalho em comum com uma ou mais pessoas, noção que
eu disse ser de um grupo. Vamos ver agora como é tentar pôr isso na
prática :)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Unidade 15

Source: http://www.learnnc.org/lp/media/articles/Environ6/traditional.jpg

Atividade 3:

Com relação aos diferentes arranjos de espaço físico possíveis em uma sala de aula (fileiras, círculos, semicírculos, pares de carteiras lado a lado) quais seriam as vantagens e desvantagens de cada um?

As carteiras dispostas em fileiras parecem aumentar o controle do professor sobre a turma, a qual fica voltada diretamente para o mesmo. Entretanto, pode diminuir o contato aluno-aluno.

Os círculos parecem ser um ótima opção para aumentar a interação entre os alunos e o professor,pois permitem o cantado face a face entre os mesmos, todavia impedem o uso da lousa e/ ou do aparelho de tv, já que é difícil estarem no alcance da visão de todos nesta circunstância.

O semi-círculo, tal como o círculo parece proporcionar uma maior interação aluno-aluno e aluno-professor e, além disso, não apresenta o problema de visualização do quadro ou do aparelho de tv, no entanto, em classes numerosas tal forma de organização de sala seria dificultada.

Os pares de carteiras lado a lado podem facilitar no momento em que se faz necessário o trabalho em pares, porém não seriam tão vantajosos quanto às situações de avaliações individuais, facilitando eventuais trocas de informações.



Unidade 14

Atividade 3:

Localize na internet três planos de aula e responda às perguntas abaixo.

1. De que forma eles são semelhantes ou diferentes?

2. Os planos oferecem detalhamento suficiente para que você seja capaz de substituir os professores? Justifique sua resposta.

3. Qual desses modelos você adotaria na sua prática pedagógica? Por quê?


Os planos de aula escolhidos estão nos seguintes endereços:

http://www.parksinperil.org/files/d_1_l_08_sample_english_lesson_plans.pdf

http://www.teachingenglish.org.uk/sites/teacheng/files/jobs_plan.pdf


http://www.eduref.org/cgi-bin/printlessons.cgi/Virtual/Lessons/Language_Arts/Phonics/PHN0202.html

1. Os Planos de aula acima são semelhantes no sentido de que todos apresentam os objetivos propostos e as apresentações ou introduções. Os procedimentos que deverão ser seguidos pelos professores são, de maneira geral, bem detalhados, porém cada um deles apresenta um determinado estilo.

2. Acredito ser perfeitamente possível aplicar os planos em questão sem grandes dificuldades, pois embora existam diferenças quanto à forma de categorização das etapas, pode-se entender facilmente as propostas dos autores dos planos.

3. O que mais me chamou atenção foi o plano submetido por Grace W. Bryant por sua organização textual, clareza e precisão. O autor conseguiu compactar as informações de maneira que estas se apresentassem de forma direta e concisa, facilitando, portanto a compreensão do professor que pretende colocá-lo em prática.

Unidade 13


Atividade 2:

Siga o roteiro abaixo para analisar diferentes planejamentos de curso.

A. Verifique semelhanças e diferenças entre as etapas descritas nos diferentes planejamentos e aponte justificativas para as mesmas.

B. Analise o que cada etapa apresenta, verticalmente, e verifique se o que está contemplado em cada planejamento responde às perguntas da atividade 1.

C. Agora analise horizontalmente os planejamentos com o objetivo de verificar se há coerência nas propostas. Justifique sua resposta.

A. Após análise dos quatro diferentes tipos de planejamento de curso verificados, podemos dizer que algumas categorias são comuns a todos, embora em algumas circunstâncias as palavras que as idenficam sejam diferentes. No Planejamento 1, por exemplo, depois da apresentação do curso, o qual se trata de uma preparação para o CPE (Cambridge Proficiency in English), são apresentados os objetivos, os quais nos Planejamentos 2 e 3 se tratam das "competências" visadas. Ambas categorias têm a importância de explicitar o que pretende-se atingir no término do curso, ou seja, quais habilidades serão desenvolvidas nos alunos. As metodologias a serem utilizadas nos cursos em questão estão explicitadas nos Planejamentos 1 e 3, pormenorizando quais etapas devem ser percorridas ao longo do processo. Os métodos avaliativos também integram dois dos Planejamentos, o segundo e o terceiro, propiciando o entendimento dos resultados que se pretende alcançar, podendo ser a obtenção de um determinado produto final e/ou propor uma avaliação contínua. Além de um instrumento de certificação do cumprimento do dever do professor, o planejamento quanto mais completo mais orientação e direcionamento trará aos participantes do processo.

B. Antes de fazer a devida comparação entre os conceitos e as categorias contidas nos planejamentos, apresentarei abaixo o conteúdo da atividade 1:

1. Avaliação (Como irei avaliar o que meus alunos aprenderam? Como irei avaliar a eficiência do curso?)

2. Conteúdos (Qual vai ser o fio condutor do que eu ensino?)

3. Objetivos (Quais são os propósitos e resultados esperados de um curso? O que meus alunos precisam fazer ou aprender para atingir tais propósitos?

4, Procedimentos Metodológicos (Como e com o que eu ensinarei no meu curso? Qual é o papel dos meus alunos? Como irei organizar o conteúdo e as atividades?

No Planejamento 1 não estão inclusas as categorias "avaliação "e "conteúdos" e para "objetivos" apresenta-se o propósito central do curso que significa aumentar o conhecimento lingüístico e as habilidades requeridas pelo exame CPE. A metodologia aborda o material utilizado e a prática pedagógica a ser utilizada, o que confirma o conceito apresentado acima.

No Planejamento 2 há todas as categorias citadas acima com exceção dos "Procedimentos Metodológicos". Para avaliação tem-se as formas avaliativas do ensino, segundo o conceito visado. Com relação aos "conteúdos", percebe-se a utilização de termos que parecem levar ao que se propõe para as "competências".

No Planejamento 3 todas as categorias foram consideradas e apresentadas tais como os conceitos a elas atribuídos.

Entretanto, no Planejamento 4 somente duas das categorias estão presentes: objetivos e conteúdo. Na primeira, não há referência ao o que o aluno deve aprender para atingir os propósitos demarcados e na segunda, o que está exposto não parece poder ser considerado "o fio condutor" de todo o processo, pois não se tratam de temáticas ou pontos gramaticais.

C. No Planejamento 1 pode-se dizer que há coerência entre o que se propõe fazer e o que se quer atingir, fato facilmente percebido já que trata-se de um curso preparatório para um determinado exame. Nos Planejamentos 2 e 3, também se verifica uma ligação direta entre o ponto de partida e o ponto de chegada. Contudo, no Planejamento 4 percebe-se uma incoerência entre o conteúdo a ser ensinado e os objetivos finais, por exemplo, um dos objetivos é "cumprimentar e apresentar-se para os alunos da sala" e no conteúdo não há nenhum ponto específico que possa servir de um meio para que isso se efetive.







Unidade 5


Atividade 1:

Leia um relatório crítico de observação e identifique o tipo de organização textual.

Após análise do relatório crítico em anexo no livro "Roteiros Pedagógicos para a Prática de ensino de inglês", percebe-se que o mesmo se estrutura da seguinte forma:

Primeiramente, como em todo em qualquer trabalho, há uma breve introdução sobre o assunto tratado ao longo do texto, o qual abrange desde as descrições dos contextos de observação, a saber, escola pública, escola particular e instituto de idiomas, até a posterior apreciação das questões presentes no processo de ensino da Língua Inglesa que se encontra na seção "comentários", na qual o autor mostra a sua voz e o seu olhar perante o que fora previamente exposto.

Em segundo lugar, são apresentados os contextos educacionais, já expostos acima, no que diz respeito ao espaço físico no qual se encontram, aos recursos disponíveis, à quantidade de alunos em sala e ao corpo administrativo da escola. Faz-se interessante notar que assim como na seção "comentários", o autor acrescenta suas percepções quanto ao ambiente escolar.

Em seguida, fala-se sobre a prática docente e o processo de aprendizagem, ou seja, qual o papel do professor, como este avalia o aluno, qual o seu nível de proficiência lingüístico, qual abordagem ele utiliza, se mais gramatical ou baseada em gêneros textuais, o comportamento dos alunos e suas expectativas com relação à matéria, bem como a visão da própria escola no que se refere ao ensino de inglês. Nesta parte, também há uma descrição de aula, comparada às demais observadas. Tal procedimento é feito com todos os contextos.

Antes das considerações finais, analisa-se o material didático, o porquê da sua escolha, a presença ou não do livro em sala, enfim, todas as explicações necessárias. Além disso, para comparação dos dados obtidos, há um quadro composto por informações tais como: a turma, o número de alunos em sala, a carga horária da disciplina e a freqüência de aula; fatores que constituem o processo de ensino-aprendizagem.

domingo, 4 de outubro de 2009

? Professor ou professor?

TRÊS TIPOS DE POSTURAS DE PROFESSORES, por NIDELCOFF, María Teresa, UMA ESCOLA PARA O POVO,5ª. EDIÇÃO Ed. BRASILIENSE, SÃO PAULO.

1) Existem mestres para quem tudo está muito bem do jeito que está e para quem os valores e características da sociedade atual não devem mudar devem mesmo ser dinfundidos. Eles atuam conscientemente como representantes do atual regime social, assumindo a responsabilidade de incorporar os alunos a tal regime, e de adaptá-los ao sitema de vida e aos valores que a sociedade propõe.
2) Outros, que são a maioria, definem-se a si mesmos como "professores" e nada mais, "professores - professores". Afirmam que a "escola é escola e a política é política."
Em outras palavras: Eles não percebem ou não querem perceber as implicações ideoçógicas e sociais de muitas das tarefas e "ritos" escolares. Com sua atitude aparentemente apolíticas ou sua postura acrítica, eles se convertem de fato em policiais-guardiões do regime social- sem sabê-lo e, muitas vezes, sem querê-lo.
Na medida em que não trabalham para mudar, ajudam aos que querem conservar.
3) A terceira opção pode ser definida como o "professor-povo". Ele não acredita que sua missão seja dinfundir entre o povo os valores do opressor; ao contrário, acredita que o sentido de seu trabalho é ajudar o povo a se descobrir, a se expressar, a se libertar.
Que construir a escola do povo, a partir do povo. Ou seja: "professor-povo" é aquele que quer contribuir através do seu trabalho para a criação de uma sociedade também nova, onde se dê primazia aos despossuídos e onde o povo se torne protagonista. Ele será um professor para modificar, não para conservar.