quarta-feira, 30 de abril de 2008

Além do que posso vê!



“ Não me importa de onde eles vêm, eu apenas olho nos olhos deles, e os tratos como seres humanos”...
Este é um fragmento da conversa desta manhã com a Prof Ana Maria, no Colégio São José. Quando demos inicio a explicação do interesse de pesquisarmos de onde vêm os alunos do colégio. Mal havia iniciado e fui interrompida. E ai confesso, perdi a fala, e o silêncio tomo conta. Sabiamente Kilda especula “ quantos anos tem seu filho Ana Maria”, ao termino da conversa voltamos ao assunto – “ Não estou preocupada em mudar a realidade destes alunos, é como remar contra um oceano”.A.M.
Seria um devaneio, acreditar que quando vejo aqueles olhos eles podem me fala; de dores, de mundos ;que compreender aqueles olhos humanos podem faze o caminho mais plano. E de mim, futura professora também humana, realista de uma realidade que cá entre nós não é a minha nem a sua. A mim também não me importa de onde eles vêm, são humanos, mas me importa para onde eles vão. Porque aqueles olhos que um dia me encontraram não poder ir sem saber que existe o outro lado do rio.
Então lhe digo pode até ser uma utopia, mas como diz o poeta “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. E eu não posso prosseguir sem acreditar, pois não vou renunciar a esperança de acreditar que se pode sim nada em meio ao oceano porque eu sei que uma dia ele se encontra com um rio.Então eu irei e lhe digo vai da certo!
Pois no fim da conversa percebemos que existe uma realidade que precisa ser apresentada para todos e então pensarmos “ O que irei ensinar, na escola deles, no mundo deles sem renunciar o todo’
Estes foram fraguimentos de uma conversa, que acredito rendera lindos frutos”
Agradeço a Kilda por acreditar que podemos sim e pelas conversas que me leva a refletir em como podemos superar o oceano. Obrigadaaaaaaaaaa!E a Elaine por nós encorajar! Thanks

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Descrição da aula ministrada por Srta. Watson em O Sorriso de Mona Lisa




A professora entrou na sala, colocou seu material em cima de sua mesa e dirigiu a palavra a suas alunas. Nesse meio tempo, uma aluna levantou-se, pegou os slides da professora e levou-os até o projetor, sem que fosse pedido a ela que o fizesse.
A professora a agradeceu e começou a fazer uma introdução sobre o curso que daria e, ao perguntar se as alunas tinham alguma dúvida sobre o que havia sido falado, uma delas levantou a mão e perguntou seu nome. Ela a respondeu perguntando qual era o nome desta aluna antes que disse seu próprio. Assim que a aluna a respondeu, ela também o fez.
Após isto, uma aluna se levantou rapidamente para apagar a luz do anfiteatro antes mesmo que a professora a pedisse para fazer. Ela começou a explicar os quadros que estavam nos slides, quando foi interrompida por uma de suas alunas que continuou sua explicação. Ela então a agradeceu e passou o slide seguinte. Quando foi começar a explicá-lo, outra aluna a interrompeu com a explicação do quadro mostrado. E assim seguiu até que os slides disponíveis para a aula acabaram. Diante disso, a professora ficou calada e paralizada por alguns instantes e só então perguntou: "Quero que levante a mão somente aquelas que leram o livro-texto inteiro do curso". Todas levantaram as mãos. A professora ficou calada, olhando para elas. Uma aluna levantou-se e disse: "Se isso é tudo o que trouxe para nos ensinar, faremos estudos independentes" e todas se levantaram e sairam da sala.


Descrevo aqui a aula em si, não o espaço físico...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

EARTH DAY....


Earth day is here, earth day is now. We all think about nature. It's a great time of the year. We pull the weeds. we do good deeds. We clean the trash up and plant good seeds. If we all work together The work gets done fast. Everyone learns something and it's a blast !!!

PRIMEIRO MÊS...


Dia 17 de abril completo meu primeiro mês na Escola Ana Molina Garcia. Esses dias foram de desafios, aprendi muito com cada situação ,tive oportunidade de ministrar uma aula o que foi uma tarefa díficil mas prazerosa rss... A ministração das aulas da Elaine estão sendo incríveis as crianças estão sendo muito receptivas, a professora Bruna sempre presente nos auxiliando em tudo com a direção da escola Nosso mais novo desafio é o dia 22 de abril onde vamos nos reunir na escola para celebrar o Dia da Terra, faremos um trabalho com os alunos de limpeza da escola e arredores, plantio de árvores no fundo de vale da escola, temos como objetivo desenvolver nos alunos o hábito de jogar lixo no lixo e trabalhar os 3R'S Reduce,Reuse, Recycle. Com o plantio de árvores o aluno irá interagir mais com o meio ambiente em sua própria comunidade. E as atividades não param por ai dia 24 de abril iremos receber a visita dos alunos e professores da escola na UEL. Teremos atividades como teatro e gincana e plantio de árvores na nossa universidade além de muitas surpresas para as crianças. Estou muito empolgada com essa atividade e espero que seja um dia muito especial e diferente para todos os participantes. Logo posto fotos deste maravilhose evento. Abraços a todos.

OBA!!! ESTA CHEGANDO DIA 22... DIA DA NOSSA QUERIDA CASA.


Gente olhe para esse lugar na Thailandia ... é maravilhoso!!! Cuidar da nossa casa é preservar lugares incríveis, especias e belos como este. TAKE CARE OF EARTH!!!

domingo, 13 de abril de 2008

Construir...reconstruir.


A cada dia tenho por certo que ser Professor é um ato de construir:
ideologias, caminhos, crenças... alicerces!
Mas também de recosntruir diariamente nossas crenças... refletirmos para melhor arquitetar nossas aulas... e assim tentarmos alcançar o almejado.
E ser como um construtor de casas , por mais que seja um trabalho árduo se este não fazer quem fará!
"Na foto meu pai montando uma maquete, uma casa"

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Ser vida


Gosto da metáfora do "professor como natureza". Não uma natureza morta, poluída, sem graça como muitas vezes vimos por ai. Mas como uma natureza bonita, cheia de esperança em novos pôr-de-sóis, uma natureza que se transforma todos os dias em mais vida.
Acho que essa relação tem muito a ver com minha infância. Cresci numa rua pacata em que a alegria estava em correr, jogar bats e futebol. Também podia passar as férias na minha avó e brincar no mato, nadar do riacho, subir em árvores. Talvez isso me faça prestar atenção no sol que nasce, na flor que se abre, no vento que sopra.

domingo, 6 de abril de 2008

minha Homework hehehehehe


Ser professor, para mim, é como o Yoga. É necessário persistência, equilíbrio e disciplina. Na minha curta experiência como teacher, eu pude perceber que esta não é uma prática que nós realizamos sozinhos. O equilíbrio entre ser autoridade no assunto/ na matéria de nossas aulas e humildes em reconhecer o quanto nós dependemos dos nossos pupilos para que possamos adquirir experiência prática. No Yoga, o equilíbrio depende de ambos persistência e disciplina. Você deve se esforçar ao máximo para alcançar os seus objetivos e com disciplina, consciência do seu corpo, da sua respiração, da posição em que você se encontra e do escolher manter essa posição por mais que seja difícil. É um ciclo q se completa. E você da o seu máximo até você poder evoluir para um estágio mais complexo, mais arriscado e até mesmo mais ousado. E isso tudo volta para você em forma de saúde física e mental, realização profissional, o prazer de ver seu esforço dar frutos, e isso... não tem preço.

sábado, 5 de abril de 2008

Aprendizagem inclusiva



Estava fazendo Educação Inclusiva e encontrei um texto muito interessante para nós, futuros professores:

Dentre as diferentes áreas das deficiências, a deficiência mental é a mais freqüente em
qualquer sociedade. Muitos conceitos e terminologias são utilizados na tentativa de melhor
defini-la.
Existe atualmente uma tendência mundial de se substituir o termo deficiência mental por
deficiência intelectual, uma vez que o termo intelectual refere-se ao funcionamento do
intelecto especificamente e não ao funcionamento da pessoa como um todo.
A expressão deficiência intelectual foi oficialmente utilizada em 1995, quando a
Organização das Nações Unidas realizou em Nova York o simpósio chamado “Deficiência
Intelectual: Programas, Políticas e Planejamento para o Futuro”. Em outubro de 2004, a
Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde realizaram um
evento (no qual o Brasil participou) em Montreal, Canadá, evento esse que aprovou o
documento “DECLARAÇÃO DE MONTREAL SOBRE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL”.
Embora a Secretaria de Educação Especial – SEESP/MEC ainda utilize, em seus
documentos oficiais, o termo deficiência mental, neste texto, será adotada a terminologia
deficiência intelectual.
Pretende-se, neste texto, fazer uma abordagem do sujeito com déficit intelectual nas
suas diferentes manifestações sociais, de como suas características pessoais se manifestam
e de como os contextos (culturais, sociais e familiares) interagem para compreender e
responder a suas peculiaridades.
No grupo dos sujeitos com deficiência intelectual, há características peculiares, as quais
expressam-se em forma de talentos, capacidades, necessidades e algumas incapacidades.
Uma das características do sujeito com deficiência intelectual é a significativa limitação
do funcionamento na área intelectual e, o reconhecimento do atraso desta área, permite
elaborar e desenvolver um trabalho que atenderá suas peculiaridades e limitações,
passando, então, a não ser mais concebida como um traço definitivo e imutável, mas como
uma condição, à medida que suas necessidades especiais sejam respondidas, visando seu
desenvolvimento global.
As limitações na área intelectual, sejam elas de ordem conceitual, prática ou social,
interferem de maneira substancial na aprendizagem e na execução de determinadas
habilidades da vida diária, no contexto familiar, escolar e social, e, quanto mais precoce for
detectado o quadro da deficiência intelectual, maiores serão as possibilidades da pessoa
receber as ajudas e apoios necessários para a sua adaptação global.
Segundo Mantoan (2006), na Palestra “Desenvolvimento da inteligência e deficiência
mental”, proferida no II Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down:
“As pessoas com deficiência intelectual demonstram muito pouca habilidade no que concerne à
generalização das aprendizagens, as pessoas com deficiência mental revelam um
subfuncionamento da memória. As estratégias mnemônicas dependem da capacidade de retenção
e esta é estimulada pela repetição, imagem mental, categorizações e outras. A memória é uma
habilidade intelectual que pode ser melhorada nas pessoas com deficiência, mas não deve ser
exercitada mecanicamente”.
O desenvolvimento do sujeito em situação de deficiência intelectual processa de
maneira diferente no que se refere à apropriação dos conceitos mais elaborados quando
comparado ao desenvolvimento dos sujeitos que não evidenciam tais condições. Aquele,
responde, estruturalmente, da mesma maneira às influências do seu contexto social como,
também, a evolução destas estruturas obedece à mesma seqüência apresentada pelos
sujeitos consideradas normais, porém num tempo diferente.
Faz-se necessário, no atendimento às necessidades educacionais especiais daquele
sujeito, compreender como se processa este tempo, de como se dá o amadurecimento das
estruturas cognitivas e de como elas poderão ser potencialmente trabalhadas, pois mesmo
apresentando essas características, isto não significa que ele seja menos capaz de aprender.
A princípio, é importante ressaltar a existência de dificuldades na apreensão de
conceitos abstratos, bem como para generalizar e transferir os comportamentos e saberes
adquiridos para novas situações. Trata-se, assim daquele educando, que requer do professor
um olhar diferenciado, no que tange ao atendimento de necessidades educacionais especiais,
ou seja, as orientações, relacionadas às atividades a serem realizadas, devem acontecer de
forma clara e objetiva, para que ele organize seu pensamento e aja, cada vez mais,
espontaneamente e com autonomia.
Segundo Pinheiro (2006)
“Alguns alunos com deficiência mental são capazes de assimilar os conteúdos curriculares referentes
ao ensino fundamental, reúnem condições suficientes para adaptar-se socialmente através da
atuação independente na comunidade e estão aptos a adquirir formação profissional que lhes garanta
o sustento, total ou parcial, na vida adulta. Outros apresentam condições de desenvolver o domínio
das habilidades lingüísticas básicas, são competentes para obter sucesso no processo de aquisição
de leitura e de escrita, e outros ainda, são capazes de cuidar de si próprios e para protegerem-se de
perigos comuns e possuem condições para ajustarem-se e serem úteis, social, e economicamente,
no lar e na comunidade, auxiliando em tarefas caseiras, trabalhando em ambientes especiais ou
mesmo realizando atividades rotineiras, sob supervisão”.
Faz-se necessário, portanto, para o êxito acadêmico, elaborar estratégias educacionais
que atendam, de fato, à maneira de processar e construir suas estruturas cognitivas. Cita-se
aqui, como exemplo, a utilização constante de materiais concretos, uso de jogos,
favorecimento de situações lúdicas, criação de situações desafiantes, incentivo à participação
em atividades e eventos sociais, com a família e a comunidade.
A aprendizagem acadêmica dos alunos que apresentam deficiência intelectual
processa-se de forma mais lenta, visto que a sua metacognição e sua auto-regulação
cognitiva é construída de forma diferente, acarretando muitas vezes dificuldades para
elaborar, por conta própria, estratégias para assimilação dos conceitos e conhecimentos mais
complexos. Entendendo, aqui, que a metacognição refere-se à consciência de alguém a
respeito de seus próprios processos cognitivos, incluindo intencionalidade, auto-regulação e
capacidade de monitorar e dirigir voluntariamente o curso dos próprios pensamentos.
A eficácia da aprendizagem, para o educando com deficiência intelectual, depende do
desenvolvimento de estratégias cognitivas e metacognitivas que possibilitem ao aluno:
planejar e monitorar o seu desempenho escolar;
regular suas ações isto é, favorecer as tomadas de consciência dos processos que
utiliza para aprender e a adoção de decisões apropriadas sobre as estratégias que devem ser
utilizadas em cada tarefa;
auto-avaliar seu desempenho, alterando estas estratégias quando não produzirem os
resultados desejados.
Portanto, este é o papel da ação pedagógica junto ao educando. É de suma
importância a presença constante e efetiva do professor, uma vez que este deve ser um
observador, orientador, mediador e avaliador na construção do conhecimento a ser elaborado
pelo aluno. Desta forma, a aprendizagem dar-se-á na relação de troca e interação entre
ambos, e não o professor como o detentor do saber e o aluno como um mero receptor (Paulo
Freire, 1987).
É fundamental que o professor acompanhe e reconheça o processo desenvolvido por
seu aluno, identificando em que ponto ou nível ele se encontra ao elaborar determinado
conceito e, a partir destas observações, oferecer ou criar condições para que ele possa agir
com êxito, refletir e finalmente criar novas hipóteses.
Para que o aluno seja identificado e receba atendimento pedagógico na busca de
remoção das barreiras que possam estar interferindo na construção do conhecimento, é
imprescindível que haja uma ampla e profunda compreensão de suas potencialidades e
dificuldades. Para tanto, a avaliação, no contexto escolar, deverá envolver todos os
profissionais da escola, que direta ou indiretamente atuam com o aluno, tendo como objetivo
o estabelecimento de uma proposta pedagógica e implementação de atividades a serem
desenvolvidas, durante o processo de ensino e aprendizagem que estejam em consonância
com as necessidades educacionais especiais do sujeito.
A avaliação deverá contemplar os elementos que intervêm no processo de ensino e
aprendizagem levando em conta o relacionamento do aluno com seu ambiente, sendo estes:
o contexto escolar (escola e sala de aula);
o contexto familiar;
o aluno.
Deslocando-se o foco da avaliação, da pessoa, propriamente dita, para as influências
que o meio exercem sobre a mesma, verifica-se a existência e a qualidade dos apoios de que
necessita para o desenvolvimento de suas habilidades adaptativas. Nesse enfoque, não se
nega as características individuais do sujeito com deficiência intelectual, mas de como estas
se manifestam no âmbito social.
Nessa proposta, o processo de avaliação envolve as habilidades intelectivas,
adaptativas, afetivo-emocionais, físicas e de saúde e as condições ambientais, visando
determinar o nível e a intensidade dos apoios que se fizerem necessários para os alunos
prosseguirem, com êxito, no processo educativo, de desenvolvimento e de aprendizagem,
(BRASIL, 2005). Essa avaliação deve estar a serviço da implementação dos apoios
necessários ao progresso de todos os alunos, bem como para a melhoria das respostas
educativas oferecidas no contexto educacional escolar e social.
Para atender uma proposta de avaliação, onde se considere o sujeito e seu ambiente,
faz-se necessário considerar os seguintes objetivos (MEC, 2005):
conhecer para intervir, de modo preventivo, sobre as variáveis identificadas como
barreiras para a aprendizagem e para a participação;
conhecer os procedimentos e instrumentos de avaliação, como subsídios à prática
pedagógica;
contribuir para o desenvolvimento global do aluno e para o aprimoramento das
instituições de ensino;
identificar potencialidades e necessidades educacionais dos alunos e das condições
da escola e da família;
identificar os elementos que intervêm no processo de ensino e aprendizagem e,
quando necessário, rever as práticas pedagógicas.
Alguns procedimentos são imprescindíveis para realização da referida avaliação :
a) observações: pode-se considerar como o mais recomendado para a coleta de
informação e de análise dos dados do contexto educacional escolar. As observações
sistemáticas devem envolver outros espaços de aprendizagem, além da sala de aula: o
recreio, a merenda, a chegada e saída da escola e devem ser seguidas de registros,
recomendando-se que sejam feitos fora do contexto de observação mas, imediatamente
após;
b) entrevistas: devem ocorrer em clima de reciprocidade, sob a forma de relações
dialógicas entre avaliador, avaliado e profissionais da escola;
c) análise da produção escolar dos alunos: usando-se como fontes seus cadernos,
folhas de exercícios, desenhos e outros trabalhos que realiza em sala de aula, sem perder de
vista a necessidade de contextualizá-los;
d) análise do Projeto Político-Pedagógico: permite conhecer a orientação filosófica, a
base teórica e operacional sobre as quais a escola se organiza administrativa e
pedagogicamente;
e) utilização de instrumentos: permitem oferecer subsídios à prática pedagógica,
podendo ser formais e/ou informais, como jogos, testes pedagógicos, cognitivos, acadêmicos,
psicomotores e motores, entre outros.
Sugere-se ainda, que as equipes de avaliação construam seus próprios instrumentos
para atender as especificidades de seus diferentes contextos.
A partir da adoção das medidas supra citadas, o professor/avaliador terá
condições/possibilidade de fazer uma análise qualitativa das informações reunidas, que
servirá como subsídio à tomada de decisões referente às medidas que deverão ser adotadas.
No caso do aluno, para o progresso de sua aprendizagem acadêmica e o
desenvolvimento de suas potencialidades.
No caso da escola, para o aprimoramento de seu projeto político-pedagógico, com
ênfase na formação continuada dos que trabalham na comunidade escolar, e para a
organização das necessárias aos alunos.
Para que o aluno, com deficiência intelectual, tenha acesso ao currículo, faz-se
necessário realizar uma avaliação pedagógica (sala de aula) flexível, com caráter processual,
continuo e dinâmico, atendendo suas necessidades educacionais especiais.
No entanto, anterior à avaliação pedagógica, o professor deverá colher informações
acerca do desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem desse educando e, junto
com a escola, identificar suas particularidades no que se refere às formas de responder os
conhecimentos sistematizados adquirido no contexto escolar, pois, independente das
características individuais, apresenta uma maneira singular de responder às informações
adquiridas. Isto coloca o professor sob o liame de uma constante busca quanto ao
aprimoramento das estratégias avaliativas, de modo que estas estejam sempre em
consonância com as necessidades educacionais especiais, na busca de superação das
barreiras, visando uma aprendizagem eficaz.
Para a realização da avaliação, do aluno com deficiência intelectual, sugere-se uma
avaliação contínua, possibilitando o acompanhamento do processo acadêmico, mediante utilização de instrumentos estruturados, adaptados e diversificados, como produção grafomotora espontâneas entre outras.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Consulta ao oftalmologista


Mês passado fui ao oftalmologista fazer uma consulta de rotina. Chegando lá, fui recepcionada com a notícia de que o médico atrasara e que minha consulta seria daqui a 3 horas! Decidi aguardar ali mesmo, na sala de espera e, para passar o tempo, peguei uma revista intitulada “Iátrico”. Com certa dificuldade para ler, devido ao remédio colocado em meus olhos para dilatar as pupilas, selecionei alguns trechos que gostaria de compartilhar com vocês.É uma revista de publicação científico cultural do Conselho Regional de Medicina. Dentre alguns assuntos interessantes, um me chamou muito a atenção e me levou até a solicitar, à secretária do consultório, a permissão para levá-la a uma livraria do outro lado da rua para tirar fotocópia da reportagem.

A reportagem chama-se “Aprender uma língua estrangeira: que caminho percorrer?”, escrita por Sandra Lopes Monteiro (PR).

(...) O estudo de uma ou mais línguas estrangeiras amplia as possibilidades de comunicação do indivíduo, estimula uma melhor compreensão e um maior domínio da língua materna e favorece a compreensão e o respeito com relação a outras formas de atuar e pensar o mundo. Nessa perspectiva, o processo de ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira não pretende que o indivíduo aprenda um novo código apenas. Aprender uma nova língua significa aprender a interpretar a realidade com outros olhos por meio da inserção do indivíduo num universo de práticas culturais. Significa compreender as diferenças históricas, culturais e lingüísticas, através da reflexão e do debate. (...)

Pude extrair deste artigo que aprender uma língua estrangeira é uma necessidade nos dias de hoje, não só porque existe uma expectativa social mas também pelas suas contribuições na formação educativa!

Bom fim de semana a todos!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Um pouquinho do vanderson...


O pouco tempo que eu passo em casa, procuro dar um pouco de atenção para meu amigão Hefaistos, ele faz sempre uma festa quando eu chego, alem de cuidar da minha casa o dia inteiro, pois moro sozinho. Outra coisa que gosto de fazer é ler na varanda da minha casa, hoje estava lendo Quem tem medo de Virginia Woolf de Edward Albee. Recomendo!!!!

22 DE ABRIL... DIA DA TERRA.


Vamos cuidar de nossa casa Reduza, Recicle,Reuse.